Recebemos informações hoje do Pe Paulo Renato que nosso assessor espiritual Diacono Geraldo Bueno esta na UTI do Hospital Pio XII em estado grave após um AVC.
Sabemos como é forte nossa oração e principalmente se a mesma é feita em comunidade, portanto em todos os dias de nossa novena (que iniciou ontem) e em nossas orações particulares solicitamos orações para que Deus dê forças a familia que enfrenta esta dificil situação e ao Diacono Geraldo Bueno.
Um abraço fraterno a todos lembrando que hoje temos o 2º dia da Novena em Sao Jose dos Campos (após a missa das 19h30 na Catedral) e em Jacarei.
Compareçam para se prepararem para o Natal e para rezar conosco pelo nossos assessor.
DECOLORES
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Mensagem de Natal
Amigos e amigas,
O ano está para terminar...
Durante essas três centenas de jornadas, passamos horas diante desta tela mágica cheia de sons e cores, de idiomas distintos e informações volumosas, de possibilidades infinitas e problemas imprevisíveis.
Do lado de cá da tela, as alegrias e tristezas de nossa vida, as esperanças e os desencantos dos nossos caminhos, o anseio pela comunicação que nos torna irmãos da humanidade, a sede de conhecimento que nos impulsiona a alargar horizontes, as descobertas inusitadas que nos encorajam a sonhar o impossível.
Do lado de lá da tela, as coisas da dor e do amor. As da dor vêm embrulhadas em notícias sobre as inúmeras formas de violência, as perdas que atingem amigos e anônimos, a desonestidade que campeia entre aqueles que têm o dever de prover o bem e não o fazem, a morte que ceifa aquelas vidas das quais partilhávamos diariamente... ‘via e-mail’.
As do amor, felizmente, assumem formas mais constantes e variadas... Falo do amor dos amigos – às vezes também reais, às vezes apenas virtuais – que não economizam solidariedade com nossos problemas de fácil ou difícil solução. Falo da fé dos irmãos – professada de mil maneiras, porque Deus abençoa sem parar a criatividade de suas criaturas – que se derrama através das orações e ‘pensamentos positivos’ quando nos queixamos de nossas angústias grandes ou pequenas. Falo da disponibilidade daqueles que com sinceridade oferecem ajuda e tanto nos comovem que, mesmo que não lhes peçamos nada de especial, nos sentimos profundamente ‘ajudados’. Falo da empatia dos que conseguem sentir o que sentimos tão intensamente, que parecem assumir parte da nossa carga...
Entendo que a ‘parte da dor’ é como um longo Advento que nos prepara duramente, nos testa à saciedade, nos purifica em definitivo. E a parte do amor é o nosso Natal. O presépio que se desenha diante dos nossos olhos – apesar do consumismo que teima em brilhar mais que ele – é uma prova disso. Não é, pois, Maria o exemplo ímpar da fé capaz de remover montanhas e que, na nossa realidade, é representada pelos irmãos que se colocam ao nosso lado? Não é, pois, José o protótipo da solidariedade e que, na nossa realidade, é representado por todos aqueles que oferecem ajuda? Não é, pois, o Menino, a presença viva de Deus que não conseguimos definir, mas que nos faz descobrir a força onde a fraqueza impera, a certeza onde a dúvida parecia vencedora, a coragem onde o desânimo teima em florescer?
Acredito que sim. Por isso, desejo-lhes um Natal limpo e interior, que se coloque acima da ceia e da árvore, da troca de presentes e das festas de confraternização. Um Natal que alicerce a vida e impulsione o bem. E que, assim, providencie o necessário para um Feliz Ano Novo.
Maria Elisa Zanelatto
O ano está para terminar...
Durante essas três centenas de jornadas, passamos horas diante desta tela mágica cheia de sons e cores, de idiomas distintos e informações volumosas, de possibilidades infinitas e problemas imprevisíveis.
Do lado de cá da tela, as alegrias e tristezas de nossa vida, as esperanças e os desencantos dos nossos caminhos, o anseio pela comunicação que nos torna irmãos da humanidade, a sede de conhecimento que nos impulsiona a alargar horizontes, as descobertas inusitadas que nos encorajam a sonhar o impossível.
Do lado de lá da tela, as coisas da dor e do amor. As da dor vêm embrulhadas em notícias sobre as inúmeras formas de violência, as perdas que atingem amigos e anônimos, a desonestidade que campeia entre aqueles que têm o dever de prover o bem e não o fazem, a morte que ceifa aquelas vidas das quais partilhávamos diariamente... ‘via e-mail’.
As do amor, felizmente, assumem formas mais constantes e variadas... Falo do amor dos amigos – às vezes também reais, às vezes apenas virtuais – que não economizam solidariedade com nossos problemas de fácil ou difícil solução. Falo da fé dos irmãos – professada de mil maneiras, porque Deus abençoa sem parar a criatividade de suas criaturas – que se derrama através das orações e ‘pensamentos positivos’ quando nos queixamos de nossas angústias grandes ou pequenas. Falo da disponibilidade daqueles que com sinceridade oferecem ajuda e tanto nos comovem que, mesmo que não lhes peçamos nada de especial, nos sentimos profundamente ‘ajudados’. Falo da empatia dos que conseguem sentir o que sentimos tão intensamente, que parecem assumir parte da nossa carga...
Entendo que a ‘parte da dor’ é como um longo Advento que nos prepara duramente, nos testa à saciedade, nos purifica em definitivo. E a parte do amor é o nosso Natal. O presépio que se desenha diante dos nossos olhos – apesar do consumismo que teima em brilhar mais que ele – é uma prova disso. Não é, pois, Maria o exemplo ímpar da fé capaz de remover montanhas e que, na nossa realidade, é representada pelos irmãos que se colocam ao nosso lado? Não é, pois, José o protótipo da solidariedade e que, na nossa realidade, é representado por todos aqueles que oferecem ajuda? Não é, pois, o Menino, a presença viva de Deus que não conseguimos definir, mas que nos faz descobrir a força onde a fraqueza impera, a certeza onde a dúvida parecia vencedora, a coragem onde o desânimo teima em florescer?
Acredito que sim. Por isso, desejo-lhes um Natal limpo e interior, que se coloque acima da ceia e da árvore, da troca de presentes e das festas de confraternização. Um Natal que alicerce a vida e impulsione o bem. E que, assim, providencie o necessário para um Feliz Ano Novo.
Maria Elisa Zanelatto
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Atualidades do MCC
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Mensagem ao MCC de São José dos Campos

Meus amados irmãos e irmãs cursilhistas de São José dos Campos
Primeiramente, quero manifestar minha gratidão pelo convite para participar da Celebração Eucarística de Ação de Graças pelos quarenta anos do MCC nesta Diocese São José dos Campos. Infelizmente não poderei estar presente, visto um convite anterior para a Missa em Ação de Graças, também pelos quarenta anos do MCC em Botucatu, onde introduzi o MCC, tendo-o acompanhado durante vários anos como Diretor Espiritual.
Mesmo assim, não poderia deixar de agradecer a Deus por todas as graças que Ele tem concedido à Igreja de São José dos Campos pela presença do Movimento de Cursilhos nessa Diocese, também pelo apoio entusiasmado e presença incentivadora dos seus bispos, durante estes anos e, agora, do caríssimo D. Moacir Silva. A D. Moacir meus especiais agradecimentos pela amizade e consideração com que sempre me privilegiou. Quantos homens e mulheres, jovens e adultos, se beneficiaram com essa presença, primeiro reencontrando o caminho de volta para a casa do Pai, rico em misericórdia e, com isso, engajando-se na comunidade e na grande família dos filhos e filhas de Deus, que é a comunidade eclesial!
Como um testemunho pessoal tenho a lhes dizer de minha gratidão a Deus por tudo o que me concedeu através do Movimento de Cursilhos, sobretudo à minha vida sacerdotal de já há quase cinqüenta anos, dos quais mais de quarenta dedicados a este Movimento eclesial suscitado pelo Espírito Santo na década dos anos 40.
Se, hoje, vocês me perguntarem qual o segredo dessa perseverança na caminhada – não só a minha, mas a de todos os que seguem as pegadas de Jesus, na Igreja e no Movimento de Cursilhos - eu lhes diria que são, substancialmente, três as chaves desse segredo:
a)primeira chave – sem dúvida, é a fé que leva à convicção de ter sido chamado pelo nome por Ele para segui-lo. Convicção essa fortalecida pela graça, pela oração, pela Palavra de Deus, pelos Sacramentos e, sobretudo, pela Eucaristia, alimento e entusiasmo na caminhada. Assim como eu, sacerdote e servidor do povo de Deus, milhares de leigos e leigas em todo o mundo e, especialmente no Brasil, e também ai, em São José dos Campos, têm dado e estão dando resposta positiva ao chamado; têm “posto a mão no arado e não têm olhado para trás” (cf. Lc 9,62); têm perseverado na jornada pelo Reino de Deus. E por quê? Porque, um dia, motivados pela mensagem tornada carne num Cursilho, palavra e testemunho de vida, fizeram sua opção totalizante por Cristo que chama cada um pelo nome, assim como chamou seus primeiros seguidores (Mt 10, 1-4). Permitam-me deixar a cada um e a cada uma de vocês, uma pergunta, talvez incômoda: tendo ouvido o chamado de Jesus, você tem procurado dar uma resposta positiva, perseverando no seu seguimento? Ou Jesus continua falando e você continua fingindo-se de surdo? Se assim for, então deixe que Ele mesmo faça o que como o fez com o surdo-mudo do Evangelho (Mc 7, 31-37). Ou se você quiser ver-se livre da surdez, peça que Ele diga ao mal que atormenta o mesmo que disse a outro “espírito impuro”(Mc 9, 25).
b) segunda chave – é o interesse pela opção de ser discípulo dAquele que me chamou. Recentemente, nossos Pastores da América Latina e do Caribe, na sua V Conferência realizada em Aparecida e cujas conclusões estão no Documento de Aparecida, insistem no caminho do discipulado de Jesus. Discípulos missionários é a vocação primeira do batizado. Discípulo não só porque Ele ensina uma doutrina, mas, acima de tudo, porque Ele atrai e arrasta pelo testemunho e pelas maravilhas que opera ao anunciar o Reino de Deus. O discípulo que deseja seguir o único Mestre sente-se seduzido pela sua ternura, pela sua misericórdia, em fim, sente-se fascinado pelo amor com que se entrega e se sacrifica pelos seus. Se não tenho interesse por Ele, pelo seu Reino, por sua mensagem, então jamais poderia ser um discípulo digno deste nome. Todos sabemos que, pela própria natureza humana, somos motivados pelo interesse. Se não nos interessa, não abraçamos a causa. Se não nos interessa, partimos para outra. Se não nos interessa, mesmo na dimensão religiosa da vida, optamos por outros caminhos. Faço, aqui, uma referência ao Movimento de Cursilhos. Com certeza, todos os que aqui estamos, ao passar pelo Cursilho, acendemos em nosso coração e em nossa mente a chama do interesse não só pelo MCC, mas, sobretudo, para seguir as pegadas de Jesus como discípulos missionários. Pois bem: o MCC oferece alguns atalhos que nos facilitam esse seguimento. E um dos mais importantes desses atalhos é a formação integral do cristão: doutrinal, espiritual, humana, etc. De fato, não há como interessar-se por um caminho, sem que tenhamos a certeza de sua rota e do seu destino, das suas dificuldades e dos seus obstáculos e – por que não – das alegrias e maravilhas que nele haveremos de encontrar. Esse atalho oferecido pelo MCC chama-se ESCOLA VIVENCIAL. Uma escola diferente. Uma escola especial. Uma escola que não forma alunos e não dá diploma. Uma escola que ajuda a formar discípulos. Uma escola que, eventualmente, poderá sofrer todas as limitações humanas, mas cujo objetivo fundamental é mostrar Jesus “Caminho, Verdade e Vida” (Jo 14,6). Você acha a escola do MCC desinteressante? Você acha que ela não corresponde aos seus anseios? Você acha que ela ocupa muito o seu tempo? Então, meu irmão, minha irmã, com sua presença, procure dar a sua preciosa e indispensável colaboração para que ela seja mais interessante do que a novela das seis, das sete, do jornal nacional e outros ou da novela das oito! Você acha que é sempre uma “panelinha” que manda, que faz e desfaz? Então, entre na “panelinha” e ponha lá o seu tempero, o sal da sua imaginação e criatividade, os recursos de sua formação intelectual e doutrinária ou, até, os de sua formação profissional. Então, terei a absoluta certeza de que a Escola Vivencial do MCC de São José dos Campo será bem mais viva, bem mais participativa, bem mais interessante do que já é!
c) terceira chave – é a esperança, que nasce da fé e do interesse. Esperança, virtude teologal, mas, também, motivação e estímulo na caminhada. Não é a toa que a última mensagem do Cursilho é a da Esperança. Com efeito, um dos maiores desafios para o cristão que, seguindo os passos de Jesus, fez a opção de ser discípulo e missionário, é enfrentar um mundo em desespero. Apesar das aparências em contrário, vivemos um processo de decadência de valores e de virtudes. Já não digo dos valores evangélicos – que estes estão aqui subentendidos, é claro – mas, até, dos valores simplesmente humanos, como o respeito à vida, a decência e a transparência nas relações interpessoais, a honestidade no trato da coisa pública, etc.,etc... Assim, o que é certo se tem como errado e o errado admite-se como certo. Para enfrentar tal situação e ali colocar as “sementes do Verbo”, como nos ensina o Concílio Vaticano II, torna-se necessário o discernimento amadurecido com os critérios e valores evangélicos. E o discernimento amadurece com a aprendizagem e o aprofundamento da mensagem salvadora anunciada e testemunhada por Jesus. Isso vale, é claro, tanto para os adultos quanto para os jovens que se constituem numa promissora realidade no MCC. Nossa Escola Vivencial tem, também, esta função de provocar e auxiliar o amadurecimento na fé, que, por sua vez, gera a esperança. Quantos dos que fizeram o Cursilho, dele sairam entusiasmados, querendo reformar o mundo, cheios de bons propósitos de boas intenções, jurando amor a Jesus e aos irmãos e, dias ou semanas depois, tomaram outros rumos? No fundo a explicação é porque perderam a esperança. E perderam a esperança porque descuidaram de sua própria formação na fé. Apareceram em algumas sessões da Escola – que, mais que algumas aulas com dia e horário marcados, é um “clima” de aprendizado do projeto de Deus – e, depois...bem, depois se cansaram, porque perderam a esperança num mundo mais justo, mais solidário, mais vivificado por Jesus, através da pessoa de seus discípulos.
Meu irmão, minha irmã: se a Escola Vivencial não está buscando e realizando tudo o que foi dito, ajude você para que isso aconteça. Por amor aos seus irmãos, á sua própria formação e por coerência com sua opção por Cristo, por seu Reino e por sua Igreja: Freqüente! Participe! Renuncie a outras também louváveis opções! Alimente sua Fé! Fortaleça sua Esperança! Pratique o Amor! O Amor-ágape, isto é, o Amor-partilha, o Amor-solidariedade, o Amor-perdão!
Que o MCC em São José dos Campos continue a evangelizar os ambientes desta operosa cidade através das pequenas comunidades de fé, testemunhas vivas do Reino de Deus, constituídas por discípulos missionários e discípulas missionárias de Jesus Cristo!
Bem, irmãos e irmãs, desculpando-me pela extensão da mensagem, invoco sobre todos as bênçãos e graças de Deus Pai, Filho e Espírito Santo agradecendo à Trindade Santíssima estes quarenta anos do MCC em São José dos Campos.
Um forte abraço fraterno em Cristo e em Maria, a primeira discípula e missionária,
Pe.José Gilberto Beraldo
Assessor Eclesiástico Nacional MCC
São Paulo, 28 de novembro de 2009
Primeiramente, quero manifestar minha gratidão pelo convite para participar da Celebração Eucarística de Ação de Graças pelos quarenta anos do MCC nesta Diocese São José dos Campos. Infelizmente não poderei estar presente, visto um convite anterior para a Missa em Ação de Graças, também pelos quarenta anos do MCC em Botucatu, onde introduzi o MCC, tendo-o acompanhado durante vários anos como Diretor Espiritual.
Mesmo assim, não poderia deixar de agradecer a Deus por todas as graças que Ele tem concedido à Igreja de São José dos Campos pela presença do Movimento de Cursilhos nessa Diocese, também pelo apoio entusiasmado e presença incentivadora dos seus bispos, durante estes anos e, agora, do caríssimo D. Moacir Silva. A D. Moacir meus especiais agradecimentos pela amizade e consideração com que sempre me privilegiou. Quantos homens e mulheres, jovens e adultos, se beneficiaram com essa presença, primeiro reencontrando o caminho de volta para a casa do Pai, rico em misericórdia e, com isso, engajando-se na comunidade e na grande família dos filhos e filhas de Deus, que é a comunidade eclesial!
Como um testemunho pessoal tenho a lhes dizer de minha gratidão a Deus por tudo o que me concedeu através do Movimento de Cursilhos, sobretudo à minha vida sacerdotal de já há quase cinqüenta anos, dos quais mais de quarenta dedicados a este Movimento eclesial suscitado pelo Espírito Santo na década dos anos 40.
Se, hoje, vocês me perguntarem qual o segredo dessa perseverança na caminhada – não só a minha, mas a de todos os que seguem as pegadas de Jesus, na Igreja e no Movimento de Cursilhos - eu lhes diria que são, substancialmente, três as chaves desse segredo:
a)primeira chave – sem dúvida, é a fé que leva à convicção de ter sido chamado pelo nome por Ele para segui-lo. Convicção essa fortalecida pela graça, pela oração, pela Palavra de Deus, pelos Sacramentos e, sobretudo, pela Eucaristia, alimento e entusiasmo na caminhada. Assim como eu, sacerdote e servidor do povo de Deus, milhares de leigos e leigas em todo o mundo e, especialmente no Brasil, e também ai, em São José dos Campos, têm dado e estão dando resposta positiva ao chamado; têm “posto a mão no arado e não têm olhado para trás” (cf. Lc 9,62); têm perseverado na jornada pelo Reino de Deus. E por quê? Porque, um dia, motivados pela mensagem tornada carne num Cursilho, palavra e testemunho de vida, fizeram sua opção totalizante por Cristo que chama cada um pelo nome, assim como chamou seus primeiros seguidores (Mt 10, 1-4). Permitam-me deixar a cada um e a cada uma de vocês, uma pergunta, talvez incômoda: tendo ouvido o chamado de Jesus, você tem procurado dar uma resposta positiva, perseverando no seu seguimento? Ou Jesus continua falando e você continua fingindo-se de surdo? Se assim for, então deixe que Ele mesmo faça o que como o fez com o surdo-mudo do Evangelho (Mc 7, 31-37). Ou se você quiser ver-se livre da surdez, peça que Ele diga ao mal que atormenta o mesmo que disse a outro “espírito impuro”(Mc 9, 25).
b) segunda chave – é o interesse pela opção de ser discípulo dAquele que me chamou. Recentemente, nossos Pastores da América Latina e do Caribe, na sua V Conferência realizada em Aparecida e cujas conclusões estão no Documento de Aparecida, insistem no caminho do discipulado de Jesus. Discípulos missionários é a vocação primeira do batizado. Discípulo não só porque Ele ensina uma doutrina, mas, acima de tudo, porque Ele atrai e arrasta pelo testemunho e pelas maravilhas que opera ao anunciar o Reino de Deus. O discípulo que deseja seguir o único Mestre sente-se seduzido pela sua ternura, pela sua misericórdia, em fim, sente-se fascinado pelo amor com que se entrega e se sacrifica pelos seus. Se não tenho interesse por Ele, pelo seu Reino, por sua mensagem, então jamais poderia ser um discípulo digno deste nome. Todos sabemos que, pela própria natureza humana, somos motivados pelo interesse. Se não nos interessa, não abraçamos a causa. Se não nos interessa, partimos para outra. Se não nos interessa, mesmo na dimensão religiosa da vida, optamos por outros caminhos. Faço, aqui, uma referência ao Movimento de Cursilhos. Com certeza, todos os que aqui estamos, ao passar pelo Cursilho, acendemos em nosso coração e em nossa mente a chama do interesse não só pelo MCC, mas, sobretudo, para seguir as pegadas de Jesus como discípulos missionários. Pois bem: o MCC oferece alguns atalhos que nos facilitam esse seguimento. E um dos mais importantes desses atalhos é a formação integral do cristão: doutrinal, espiritual, humana, etc. De fato, não há como interessar-se por um caminho, sem que tenhamos a certeza de sua rota e do seu destino, das suas dificuldades e dos seus obstáculos e – por que não – das alegrias e maravilhas que nele haveremos de encontrar. Esse atalho oferecido pelo MCC chama-se ESCOLA VIVENCIAL. Uma escola diferente. Uma escola especial. Uma escola que não forma alunos e não dá diploma. Uma escola que ajuda a formar discípulos. Uma escola que, eventualmente, poderá sofrer todas as limitações humanas, mas cujo objetivo fundamental é mostrar Jesus “Caminho, Verdade e Vida” (Jo 14,6). Você acha a escola do MCC desinteressante? Você acha que ela não corresponde aos seus anseios? Você acha que ela ocupa muito o seu tempo? Então, meu irmão, minha irmã, com sua presença, procure dar a sua preciosa e indispensável colaboração para que ela seja mais interessante do que a novela das seis, das sete, do jornal nacional e outros ou da novela das oito! Você acha que é sempre uma “panelinha” que manda, que faz e desfaz? Então, entre na “panelinha” e ponha lá o seu tempero, o sal da sua imaginação e criatividade, os recursos de sua formação intelectual e doutrinária ou, até, os de sua formação profissional. Então, terei a absoluta certeza de que a Escola Vivencial do MCC de São José dos Campo será bem mais viva, bem mais participativa, bem mais interessante do que já é!
c) terceira chave – é a esperança, que nasce da fé e do interesse. Esperança, virtude teologal, mas, também, motivação e estímulo na caminhada. Não é a toa que a última mensagem do Cursilho é a da Esperança. Com efeito, um dos maiores desafios para o cristão que, seguindo os passos de Jesus, fez a opção de ser discípulo e missionário, é enfrentar um mundo em desespero. Apesar das aparências em contrário, vivemos um processo de decadência de valores e de virtudes. Já não digo dos valores evangélicos – que estes estão aqui subentendidos, é claro – mas, até, dos valores simplesmente humanos, como o respeito à vida, a decência e a transparência nas relações interpessoais, a honestidade no trato da coisa pública, etc.,etc... Assim, o que é certo se tem como errado e o errado admite-se como certo. Para enfrentar tal situação e ali colocar as “sementes do Verbo”, como nos ensina o Concílio Vaticano II, torna-se necessário o discernimento amadurecido com os critérios e valores evangélicos. E o discernimento amadurece com a aprendizagem e o aprofundamento da mensagem salvadora anunciada e testemunhada por Jesus. Isso vale, é claro, tanto para os adultos quanto para os jovens que se constituem numa promissora realidade no MCC. Nossa Escola Vivencial tem, também, esta função de provocar e auxiliar o amadurecimento na fé, que, por sua vez, gera a esperança. Quantos dos que fizeram o Cursilho, dele sairam entusiasmados, querendo reformar o mundo, cheios de bons propósitos de boas intenções, jurando amor a Jesus e aos irmãos e, dias ou semanas depois, tomaram outros rumos? No fundo a explicação é porque perderam a esperança. E perderam a esperança porque descuidaram de sua própria formação na fé. Apareceram em algumas sessões da Escola – que, mais que algumas aulas com dia e horário marcados, é um “clima” de aprendizado do projeto de Deus – e, depois...bem, depois se cansaram, porque perderam a esperança num mundo mais justo, mais solidário, mais vivificado por Jesus, através da pessoa de seus discípulos.
Meu irmão, minha irmã: se a Escola Vivencial não está buscando e realizando tudo o que foi dito, ajude você para que isso aconteça. Por amor aos seus irmãos, á sua própria formação e por coerência com sua opção por Cristo, por seu Reino e por sua Igreja: Freqüente! Participe! Renuncie a outras também louváveis opções! Alimente sua Fé! Fortaleça sua Esperança! Pratique o Amor! O Amor-ágape, isto é, o Amor-partilha, o Amor-solidariedade, o Amor-perdão!
Que o MCC em São José dos Campos continue a evangelizar os ambientes desta operosa cidade através das pequenas comunidades de fé, testemunhas vivas do Reino de Deus, constituídas por discípulos missionários e discípulas missionárias de Jesus Cristo!
Bem, irmãos e irmãs, desculpando-me pela extensão da mensagem, invoco sobre todos as bênçãos e graças de Deus Pai, Filho e Espírito Santo agradecendo à Trindade Santíssima estes quarenta anos do MCC em São José dos Campos.
Um forte abraço fraterno em Cristo e em Maria, a primeira discípula e missionária,
Pe.José Gilberto Beraldo
Assessor Eclesiástico Nacional MCC
São Paulo, 28 de novembro de 2009
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Atualidades do MCC
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
O DECÁLOGO DOS EVANGELIZADORES
1. Nunca nos fale de Jesus Cristo como um argumento de show ou de TV, mas como a mais bela Novidade da vida.
2. Lembre-se de que a sua mensagem interessa e provoca na medida em que você não é o profissional que fala de Cristo, mas que a sua vida não poderia se explicar se Cristo não tivesse nascido e ressuscitado.
3. É inútil que você fale de Cristo, se não conhece os nossos problemas, as nossas expectativas, a nossa vida.
4. Você deve provar que quem encontra Cristo e o seu Evangelho pode perder alguma coisa, mas, depois, encontra o cêntuplo.
5. Antes de enumerar as renúncias, indique as bem-aventuranças.
6. Não nos peça para ir até você, se, antes, você não vier até nós. Cristo disse para ir e, portanto, é você quem tem que vir até nós.
7. Não seja um pregador do Evangelho, mas uma testemunha da caridade com os irmãos (“Onde dois ou três estiverem juntos – disse o Mestre – eu estarei no meio deles”).
8. Gostamos da gratuidade do pregador do Evangelho e não da sua gratificação. Não pretenda nos converter. Sua missão é anunciar. Deus converte.
9. A evangelização é obra de Espírito e você é o instrumento. Não deseje o protagonismo, porque corre o perigo de fracassar.
10. Se for verdade que o Evangelho é o anúncio da felicidade, mostra-o com seu sorriso. Se for anúncio de Amor, não precisa dizê-lo, mas mostre-o com sua pessoa.
Fonte: http://www.pime.org.br/mundoemissao/teologiacruz.htm
2. Lembre-se de que a sua mensagem interessa e provoca na medida em que você não é o profissional que fala de Cristo, mas que a sua vida não poderia se explicar se Cristo não tivesse nascido e ressuscitado.
3. É inútil que você fale de Cristo, se não conhece os nossos problemas, as nossas expectativas, a nossa vida.
4. Você deve provar que quem encontra Cristo e o seu Evangelho pode perder alguma coisa, mas, depois, encontra o cêntuplo.
5. Antes de enumerar as renúncias, indique as bem-aventuranças.
6. Não nos peça para ir até você, se, antes, você não vier até nós. Cristo disse para ir e, portanto, é você quem tem que vir até nós.
7. Não seja um pregador do Evangelho, mas uma testemunha da caridade com os irmãos (“Onde dois ou três estiverem juntos – disse o Mestre – eu estarei no meio deles”).
8. Gostamos da gratuidade do pregador do Evangelho e não da sua gratificação. Não pretenda nos converter. Sua missão é anunciar. Deus converte.
9. A evangelização é obra de Espírito e você é o instrumento. Não deseje o protagonismo, porque corre o perigo de fracassar.
10. Se for verdade que o Evangelho é o anúncio da felicidade, mostra-o com seu sorriso. Se for anúncio de Amor, não precisa dizê-lo, mas mostre-o com sua pessoa.
Fonte: http://www.pime.org.br/mundoemissao/teologiacruz.htm
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Promoção de Final de Ano da Revista Alavanca
Aproveite a promoção de final de ano da Revista Alavanca, fazendo uma assinatura no mês de dezembro você receberá durante todo o ano de 2010 dois (2) exemplares para presentear os amigos e auxiliar na Evangelização Ambiental e divulgação do Movimento.
Preencha e envia sua ficha de inscrição aqui no site e FELIZ NATAL!
Site MCCBrasil: http://www.cursilho.org.br/
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AVISO IMPORTANTE!

IMPORTANTE:
TODOS OS CURSILHISTAS - NÃO ESQUEÇAM, VAMOS Á MISSA DE SABADO COM NOSSAS CAMISETAS DO GED OU GEN... ANTIGAS OU NOVAS.
VAMOS MARCAR PRESENÇA!
AVISEM A TODOS!
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
XV Cur Jovens - Aparecida - Alavanca
Vamos mandar orações e alavancas para o 15º Cursilho para Jovens do GED Aparecida que será de 27/11/2009 a 29/11/2009
Alavancas para: adv.rnunes@uol.com.br
E para quem quiser conhecer o Blog do GED Aparecida: http://mcc-guara.blogspot.com/
DECOLORES!
Alavancas para: adv.rnunes@uol.com.br
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